Quem se aproxima da maior fábrica portuguesa de café junto ao cruzamento da antiga estrada para Santa Eulália, vindo de Norte, repara que os detritos de obras e outras "coisas" de aspecto não muito agradável á vista, constitui a primeira imagem nada condicente com todo o resto da empresa/grupo.
Certamente os detritos e as "coisas" desagradáveis à vista de quem se aproxima da fábrica irão desaparecer daquele local.
Quanto mais depressa melhor, para salvaguarda da imagem de qualidade com que o grupo presenteia os Portugueses todos os dias.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
CUIDADO COM AS PARECENÇAS
A história que hoje me contaram trouxe-me à ideia um poema célebre de ANTÓNIO ALEIXO:
Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que eu conheço
Sem parecerem o que são
São aquilo que eu pareço
Andou (já não andará?) um indivíduo bem parecido que procura gente que afirma conhecer para se introduzir nas suas casas.
A história que hoje me contaram foi a de que esse indivíduo se apresentou como funcionário da Caixa Geral de Depósitos afirmando conhecer muito bem a(o) priprietária(o) da casa.
Talvez a sorte da "investida" fracassada fosse resultado da presença, enquanto a conversa decorreu, da empregada.
Toda a conversa foi muito estranha, passando até pela tentativa de venda de obras de arte.
E se se conta este resumo aqui é só para alertar os leitores que todos os cuidados são poucos.
Burlões,infelizmente, há muitos e surgem quando menos se espera e só não enganam quem não puderem.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
COMBATER A PEQUENA CRIMINALIDADE
Démos aqui eco de um pequeno assalto.
Soubemos, neste entretanto, que uma Senhora terá sido vítima de assalto em plena Avenida.
São muitíssimo frequentes estes pequenos assaltos.
Todos os Campomairenses conhecem bem este tipo de pequena criminalidade.
A solução que as autoridades apontam é a formalização de uma queixa para encaminhamento judicial.
Ao que se sabe a esmagadora maioria dos lesados não avança com essas mesmas queixas por três ordens de razão:
- a primeira porque o0briga a uma enorme perca de tempo;
- a segunda porque os custos de um processo judicial são incomparavelmente superiorees ao prejuízo já causado, do qual se sabe à partido que os lesados não irão receber qualquer tipo de indemnização por incapacidade do inbfractor;
- e terceira porque o processo é tão longo tão longo que quando chega ao fim, ... "pronto ... morreu ...".
Recordamos aqui a iniciativa de um Major (Presidente da Câmara de Nova Iorque), Rudolph Giuliani, há uns anos atrás que tomou em suas mãos a iniciativa de eradicar a criminalidade nessa cidade começando pela pequena criminalidade.
Seria um bom exemplo a seguir.
Soubemos, neste entretanto, que uma Senhora terá sido vítima de assalto em plena Avenida.
São muitíssimo frequentes estes pequenos assaltos.
Todos os Campomairenses conhecem bem este tipo de pequena criminalidade.
A solução que as autoridades apontam é a formalização de uma queixa para encaminhamento judicial.
Ao que se sabe a esmagadora maioria dos lesados não avança com essas mesmas queixas por três ordens de razão:
- a primeira porque o0briga a uma enorme perca de tempo;
- a segunda porque os custos de um processo judicial são incomparavelmente superiorees ao prejuízo já causado, do qual se sabe à partido que os lesados não irão receber qualquer tipo de indemnização por incapacidade do inbfractor;
- e terceira porque o processo é tão longo tão longo que quando chega ao fim, ... "pronto ... morreu ...".
Recordamos aqui a iniciativa de um Major (Presidente da Câmara de Nova Iorque), Rudolph Giuliani, há uns anos atrás que tomou em suas mãos a iniciativa de eradicar a criminalidade nessa cidade começando pela pequena criminalidade.
Seria um bom exemplo a seguir.
domingo, 28 de novembro de 2010
NÃO RESISTO A CONTAR
Um dia destes assisti a um facto elucidativo da impunidade instalada.
Numa propriedade agrícola um grupo de três cidadãs de raça cigana apoderou-se de lenha e cabo eléctrico, tendo o respectivo proprietário chamado de imediato a GNR que se deslocou ao local.
Cá para mim tratava-se de uma invasão de propriedade privada com usurpação de bens alheios.
Não conheço as leis penais para poder manifestar a mais pequena opinião válida sobre o que a seguir se passou.
Os Agentes da GNR ordenaram tão só a colocação da lenha no local de onde tinha sido tirada, o que não aconteceu e perguntou ao proprietário se quereria apresentar queixa, para em caso afirmativo proceder à identificação das cidadãs. Feita a identificação das mesmas seguiram o seu percurso sem que qualquer medida fosse tomada.
O cabo eléctrico foi o proprietário que o teve que carregar.
A que ponto chegou a impunidade, quando proprietário assiste impontente à invasão da sua propriedade ao roubo de bens seus sem que às infractoras seja pedida outra responsabilidade senão a de serem obrigadas a identificarem-se.
Para ressarcimento de prejuízos o proprietário é agora obrigado, querendo, a recorrer aos Tribunais.
Parta quê? É a questão que se impõe.
Algo vai ter que ser feito para protecção das vítimas e penalização dos infractores, sob pena de estarmos à beira de uma situação de tolerância absoluta perante o crime.
sábado, 27 de novembro de 2010
OBRAS - AV. HUMBERTO DELGADO
As obras que decorrem na Av. Humberto Delgado demonstram que esta via é de vital importância no acesso e na saída de Campo Maior.
Apesar desta vital importância foi alvo de 2 imprudências nos últimos 20 anos.
A primeira quando não foi salvaguardada a mesma largura de via desde o cruzamento da Fonte Nova até à Avenida.
Quando foi aprovado o loteamento do bairro onde se situa o Ecomarché (passe a publicidade gartuita), a tempo, houve alguém que alertou para o estrangulamento que a aprovação tal como foi solicitada causava no acesso a Campo Maior. Ele aí está para mal de quem acede e quem sai, sendo, praticamente a única via de ligação a Portugal.
Anos mais tarde estrangulou-se o resto dessa mesma Av. Humberto Delgado.
E as consequências aí estão.
Talvez estas obras que agora decorrem sirvam para alertar as oinstâncias compoetentes para a necessidade de de criar uma outra alternativa de acesso a Campo Maior.
domingo, 21 de novembro de 2010
AS ÁRVORES MORREM DE PÉ
A pode severa de que estão a ser alvo os plátanos da Avenida Calouste Gulbenkian chamaram-nos à memória a última peça de teatro em que participou Amélia Rey Colaço, As Árvores Morrem de Pé.
De facto só a resistência dos plátanos lhes tem permitido sobreviver.
Também ainda hoje poderá constatar-se a existência de arames atados em redor do tronco de alguns deles que mais cedo ou mais tarde os estrangularão, tal como já aconteceu a alguns.
Cuidar das árvores, sejam elas quais forem, é garantir a nossa sobrevivência e a nossa qualidade de vida.
Na próxima semana haverá iniciativa para promover a plantação de árvores.
Tudo o que puder ser feito para salvar seres vivos como são as árvores será bem vindo.
Não continuemos a tratar tão mal tanto ser vivo, por favor.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
CURIOSIDADE
Chamado à atenção para o facto e em espírito de partilha divulgamo-lo até porque a ele é devido conhecimento público.
A Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior enviou aos Irmãos duas Convocatórias para duas Assembleias Gerais que se realizarão no próximo dia 12 de Novembro.
Primeira curiosidade, as referidas convocatórias foram enviadas em envelopes separados.
Segunda curiosidade.
No semanário "Linhas de Elvas" foi publicada só a Convocatória para apreciação e votação do Plano de Actividades e do Orçamento para 2011.
A Convocatória da Assembleia Geral para Eleição dos Corpos Gerentes para o triénio 2011/2013 não foi publicada.
Haverá alguma razão especial para que não se publicite o acto eleitoral na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior?
Ao que se conseguiu apurar, o prazo para apresentação de candidaturas terminará amanhã, dia 2 de Novembro.
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