segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

MAIS UM ATO DE VANDALISMO

Esta noite mais um ato de vandalismo ocorreu em Campo Maior.
Mais uma viatura com os pneus vandalisados.
Dois pneus de uma viatura de um pacato cidadão campomaiorense apareceu com os pneus furados, obrigando o proprietário a substituí-los.
Começa a ser recorrente o surgimento de atos de vandalismo.
A insegurança é uma realidade.
Importa pois que as autoridades quer policiais quer administrativas se debrucem sobre esta problemática.
Importa por fim à insegurança que grassa em Campo Maior.
Os cidadãos Campomaiorenses e os visitantes têm rodo o direito e viver em segurança.
Compete ao Estado garantir a segurança de pessoas e bens.
Entende-se Estado a Administração Central e a Administração local.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

DOIS VOTOS PARA 2014

O primeiro voto será também um desejo que se impõe pela acrescida urgência.
Campo Maior vive um clima de crescente insegurança para a generalidade de quem aí habita.
Esta insegurança resulta de ações contínuas de pessoas que residem no Mártir Santo, que segundo é possível saber, desrespeitam sistematicamente pessoas e bens.
Consta, agora, que o Município terá a intenção de construir um "bairro" para quem viva no Mártir Santo.
Será que isso resolverá o maior problema com que hoje os Campomaiorenses se defrontam?
Os Campomaiorenses têm demonstrado uma enormíssima tolerância para com todos os procedimentos marginais de quem vive no Mártir Santo.
É fundamental:
- respeitar quem lá vive;
- educá-los para respeitarem pessoas e bens de campo Maior e dos visitantes;
- punir todos os atos considerados à margem da lei.
 
O segundo voto vai para que a recolha do lixo urbano e até algum que é deixado em zonas rurais.
Continua a ser uma prioridade para o bem comum e para a saúde pública que a recolha do lixo seja alterada para que sistematicamente se verifica possa ser evitado:
- lixo espalhado, em maior quantidade junto dos contentores.
É tempo de que alguma coisa mude para que tudo não continue na mesma.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

INSEGURANÇA

Muito se tem falado e comentado, ultimamente, sobre insegurança em Campo Maior. Tal tem razão de ser, porque já é raro encontrar algum campomaiorense que não tenha sido alvo de roubo ou de tentativa de roubo.
Numa sociedade democrática evoluída o mínimo que o comum dos cidadãos poderá exigir é o respeito pela integridade de pessoas e bens. É isto que está verdadeiramente em causa, a integridade de pessoas e bens.
O medo sendo hoje uma realidade, é sintoma de um estado vivencial desadequado e desajustado da convivialidade respeitadora de pessoas e bens.
O que é que pode e deve ser feito ?
Primeiro, exigir àqueles que têm por hábito viver de roubos e assaltos que modifiquem esses seus hábitos condenáveis à luz da lei, da moral e da ética.
Segundo, estabelecer um planeamento de combate ao pequeno furto. Combate esse que não poderá deixar de ser muito exigente envolvendo as autoridades do Estado (locais, regionais e nacionais), assim como os tribunais.
Só sendo implacável com os pequenos furtos podem os campomaiorenses aspirar a voltar a viver em paz e sossego.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CAMPO MAIOR CERCADO

Fazendo fé em fontes geralmente bem informadas sabe-se que cidadãos da mesma etnia dos residentes (serão?) no Mártir Santo, construiram um novo acampamento na Defesa de S. Pedro.
A ser verdade Campo Maior estará a ficar encurralado por gente que não respeita nem pessoas nem bens do Campomaiorenses.
Será isto possível?
Será isto admissível?
A questão básica e essencial que se coloca os Campomaiorenses é a de exigir respeito tal como estes respeitam todos os que pwertencem a uma etnia que sistematicamente os desrespeita.
Alguma terá que ser feita.
A situação está a roçar o insuportável.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

PARA QUANDO A RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS CRIADOS PELOS RESIDENTES NO MÁRTIR SANTO ?

Há cerca de duas décadas que os problemas criados pelos residentes que se apoderaram do Mártir Santo não param  de crescer.
O Mártir Santo é hoje um bunker. Só entram os que lá residem.
É cada vez mais perigoso circular quer de automóvel quer a pé no Mártir Santo ou nas zonas circundantes.
Os assaltos realizados por residentes no Mártir Santo são cada vez mais frequentes e mais graves.
Os residentes no Mártir Santo, para além de tudo, usufruem também da gratuitidade do consumo de água e de electricidade, benefícios estes de que mais ninguém beneficia.
Estamos perante situações de marginalidade e de agressões permanentes a toda a comunidade campomaiorense.
É fundamental impor aos residentes no Mártir Santo, que são cada vez mais, o respeito pela lei, pelos valores e o respeito pela segurança de pessoas e bens que aí não residam.
A situação actual é muito muito grave.
As autoridades têm que ser capazes de encontrar uma solução para os problemas diários que os residentes no Mártir Santo criam a todos os habitantes de Campo Maior assim como a todos os que nos visitam.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

MARTIR SANTO

O problema não tem solução à vista.
Há já várias décadas que o problema se arrasta. Ao que tudo indica sem solução possível.
As consequências são sentidas por quem perto vive e por quem por perto passa.
A segurança de pessoas e bens nas (pelo menos) proximidades não existe.
Os cidadãos e (sobretudo) as cidadãs campomaiorenses não ousam aproximarem-se, muito menos circular.
As missas dominicais só são possíveis (com participação cidadã) quando a GNR está presente junto à entrada da Igreja do Convento.
A higiene deixa tudo a desejar.
A utilização de bens essenciais, tais como a água e a eletricidade não têm qualquer encargo para os beneficiários, contrariamente, ao comum dos cidadãos campomaiorenses.
Os moradores no Mártir Santo não interagem com a restante comunidade a não ser para extraírem benefícios para si próprios ainda que tal seja concretizado à margem da lei.
Alguma coisa poderá e deverá ter que ser feito.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

ELEIÇÕES AUTÁTQUICAS

Campo Maior será um caso particular, certamente, como todas as eleições locais.
Em Campo Maior ganhou sempre o PS.
E desde há 2 mandatos, os ganhadores e a oposição são ambos PS.
Foi assim há 8 anos.
Foi assim há 4 anos.
E voltou a acontecer há 15 dias.
Vencedores e vencidos foram e serão(?) ainda filiados no PS.
Forças políticas que tiveram representação nos diversos órgãos autárquicos, praticamente, desapareceram do espectro representativo.
São o caso do PCP que mantém um representante na Assembleia Municipal.
E o PPD/PSD que deixou de ter qualquer representante em órgãos autárquicos. Este partido conseguiu o pior de todos os resultados no universo dos concelhos.
Uma curiosidade. O BE teve menos votos que membros integrantes das suas listas.