sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PARTICIPAÇÃO E ENVOLVIMENTO

O Direito de Cidadania exiga uma maior participação e um maior envolvimento do conjunto de cidadãos na vida colectiva.
A evolução económica, social e política impõe, hoje, uma necessidade cada vez maior de participação do cidadãos na definição e concretização das medidas de política (seja isto o que for) que os têm como destinatários.
A chamada à acção e intervenção é uma realidade que exige participação e envolvimento de todos.
O caminho que está a ser feito é o de transição da democracia representativa para a democracia representativa. E este caminho tem que ser construído, e simultâneamente, percorrido por todos nós.
É cada vez maior o número de cidadãos que exige maior e melhor participação quer na definição quer na execução das medidas que lhes são destinadas.
Esta nova forma de estar e agir é muito mais exigente mas também muito mais gratificante. Cada vez mais podemos menos estar à espera que alguém pense e decida pro nós.
Para que tudo isto seja possível é fundamental a criação de "espaços" de reflexão colectiva que envolva entidades, instituições, organizações e cidadãos.
Agora que foi tempo de renovação recente e de rotura com um passado que não satisfazia.
Talvez seja chegado o momento de criar um "espaço" de reflexão colectiva não tanto para a realização de mais diagnósticos ou culpabilizações de um passado que não volta mais.
Esse "espaço" poderá e deverá ter por missão a discussão de ideias para o nosso futuro colectivo.
Assim haja vontade e disponibilidade para tal.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ESPAÇO DO MERCADO

Queremos hoje partilhar uma dúvida que temos quanto à necessidade ou vantagemm da existência do muro com grades que foi posto ao longo de todo o espaço destinado ao mercado mensal e onde também se realiza a Feira da Oliveira.
Por definição os mercados são espaços abertos de acesso livre e facilidade de circulação de pessoas e produtos.
Desde que os fosso existente nesse espaço foi soterrado nos anos 40 do século passado que o mesmo sempre permitiu liberdade de circulação.
Desconhecem-se as razões que justificaram a construção desse muro ao longo de todo o espaço destinada à realização do mercado mensal. Podem ter sido e, provavelmente, boas as intenções.
Mas o que não há dúvida é que esse mesmo muro constitui um obstáculo. E enquanto tal é de duvidosa utilidade a sua continuidade.
Numa época de abertura de espaço, fronteiras e de livre circulação de pessoas e bens talvez seja de pensar na utilidade desse muro. E se como tudo indica não tiver qualquer utilidade, deve o mesmo ser retirado.
Uma boa razão para o retirar será, entre outras de facilitar o acesso.
Uma outra razão para a retirada desse muro pode ser justificada por razões de segurança. Numa qualquer situação de emergência quer a evsacução do espaço do mercado quer o acesso é bastante dificultado por esse mesmo muro.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

TRADIÇÕES

Estando em plena época carnavalesca vieram à nossa mémória algumas das brincadeiras de Carnaval entretanto desaparecidas.
Quando a recupareção de algumas tradições constitui a prerservação da cultura de um Povo, deixamos aqui a referência a essa brincadeiras que tanto mobilizavam Campomaiorenses quer participantes e assistentes.
Entre essas brincadeiras ressaltam as realizadas na 5.ª feira dos compadres e a 5.ª feira dos comadres.
Eram brincadeiras que muito divertiam e que talvez um dia possam ser revividas. Quem sabe.
Talvez o(a) responsável pelo Pelouro da Cultura possa tomar a iniciativa de recolher informação e fazer reviver essas brincadeiras que ocorriam em duas quintas-feiras do Carnaval.
Outras formas de celebrar o Carnaval e de divertimento eram os bailes que ocorriam em sedes sociais de algumas associações existentes.
E já após o fim do Carnaval havia um baile muito especial, o chamado Baile da Pinhata.
São as memórias de um Povo que talvez valha a pena registar e reviver.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

LUTA CONTRA A POBREZA

Vem hoje a propósito uma informação contida no canto inferior esquerdo da página 4 do Jornal de Campo Maior, propriedade do Município, distribuído esta semana.
Talvez para os que estejam mais atentos e/ou familiarizados com as questões sociais seja estranho que tivesse sido a Câmara Municipal a apresentar uma candidatura ao Programa Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social 2010 (PNAECPES).
E estranho porquê?
Porque a Instituição com vocaçãoprópria e com missão específica para intervir nesta área é a Santa Casa da Misericórdia.
Dada a sua natureza de Instituição de inspiração Cristã/Católica de cuja acção se espera a tradução prática dos princípios e valores da Doutrina Social da Igreja, de entre os quais ressalta a Opção Preferencial pelos Pobres, competiria à Santa Casa da Misericórdia a apresentação de candidatura enquadrada neste Ano Europeu.
Para além da sua natureza, da sua missão e da sua acção ao longo dos 500 anos que já tem de vida, esperar-se-ia que a Santa Casa se empenhasse neste combate que é de todos e que é a promoção de iniciativas objectivadas na erradicação da Pobreza.
Salvo melhor opinião a apresentação do Projecto por parte da Câmara Municipal estaria muito mais consentâneo se tal tivesse surgido da iniciativa da Santa Casa.Porquê? Porque esta a única Instituição de inspiração Cristã/Católica, no noso concelho e pelas responsabilidade que lhe compete.
A Opção Preferencial pelos Pobres é princípio da Doutrina Social da Igreja do qual as suas Instituições não podem nem se devem alhear, nomeadamente, a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ESTACIONAMENTO PAGO

Com muita frequência acontece a muita gente não conseguir lugar de estacionamento na Avenida.
Todos os dias entre as 08H30 e as 13H00 e entre as 14H00 e as 20H00 é, praticamente, impossível conseguir estacionar automóveis em todo o perímetro da Avenida.
Como já aqui referimos o estacionamento, em Campo Maior, é um problema real, o qual se reveste de dificuldades acrescidas na Avenida e sobretudo no Centro Histórico.
Importa, pois, encontrar uma solução para facilitar a vida de quem tem que se deslocar e estacionar.
Talvez seja possível definir o perímetro da Avenida, como zona privilegiada para estacionamento temporário e de curta duração.
Hoje ninguém terá dúvidas que a Avenida é o Centro de Campo Maior. A maioria das actividades a frequentar pelo comum dos cidadãos situa-se em redor da Avenida. Esta, por conseguinte, a via privilegiada para estacionar viaturas.
Conjugando as necessidades com as possibilidades talvez seja de introduzir o parqueamento de viaturas pago, pelo menos nas horas de maior movimento e nas horas chamadas de expediente.
Talvze fosse vantajoso para todos introduzir o parqueamento pago entre as 08H00 e as 20H00. Salvaguarada a particularidade dos residentes.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

FESTAS DO POVO

Vem este post a propósito de estarmos no início do período em que se começa a trabalhar na ornamentação das ruas em ano de Festas do Povo.
É nesta altura do ano que as ruas iniciam esse trabalho árduo e contínuo até à noite da desenramação.
Nada está previsto para o corrente ano. Ninguém fala em Festas do Povo. Também gosto da designação de Festas dos Artistas. O Povo Campomaiorense é um Povo Artista.
Não haverá, certamente, Festas este ano.
Então o porquê de falar nas Festas agora. Porque as últimas foram realizadas em 2004, vai para 6 anos.
É verdade que as Festas do Povo de 2004 foram umas Festas um pouco atípicas. Mas entre tanto já estão passados mais de 5 anos.
É talvez altura de começarmos a pensar nas próximas. Para este ano já não será possível. Mas quem sabe se em 2011 ou 2012 não poderíamos realizar as Festas do Povo.
Temos a "nossa" Associação das Festas do Povo" paralizada desde 2004.
Porque não reactivá-la.
Esta Associaçãopode e deve constituir-se como agente dinamizador das Festas do Povo.
Os Campomaiorenses adoram as suas Festas "como estas não há igual".
E se é verdade que há Campomaiorenses que estão sempre disponíveis para as Festas também há outros que necessitam de estímulo para se empenharem.
Com tudo isto parece que será possível e desejável que se recuper o espírito das Festas e se concretizem em 2011 ou 2012.
Para quem tem contactos com gente fora de Campo Maior é frequente a pergunta: então este ano há Festas?
Vamos dar mais uma alegria aos Campomaiorenses e a todos quantos nos quiserem visitar. Vamos realizar as nossas FESTAS.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

PORQUE NÃO O PORTUGUÊS

Um destes dias tiva a necessidade de fazer algumas aquisições num dos hipermercados existentes em Badajoz. Concretamente, passe a publicidade, no Carrefour (ex-Pryca).
E como as aquisições eram poucas e também porque me deparei como a possibilidade de pagamento directo em registadoras para o efeito aí colocadas, optei por esta solução.
Por comodidade e eventual rapidez procedi em conformidade.
Mas, eis que logo no início da operação, me deparei com uma realidade que não pôde deixar de assinalar e que me levou a escrever esta "mensagem".
É que nessas máquinas registadoras há a possibilidade de utilização de 4 línguas. O Castelhano (vulgo espanhol), o catalão, o inglês e o alemão.
Ora como os Portugueses são os cidadãos que mais utilizam aquela como outras superfícies comerciais em Badajoz não quero deixar passar sem registar e deixar o apelo às nossas autoridades e ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para junto dos responsáveis em Espanha de forma a dotar as referiudas registadoras da Língua Portuguesa.
É que sem margem para qualquer dúvida são os cidadãos nacionais que depois dos espanhóuis mais frequentam e adiquirem nessa superfície comercial.
Aqui fica o registo e o respeito pedido para que as as autoridas Portuguesas solicitem às autoridades e empresários em Espanha intervenham de forma agilizar e facilitar a vida aos Portugueses.