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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

CARNAVAL

Hoje que é 4.ª feira de Cinzas e dia do enterro do carnaval, é também dia para reflectir sobre as festas realizadas e, por ventura, deixar uma ou outra sugestão para o futuro.
Que pena não ter podido sair ontem, pela 2.ª vez, o corso.
O que se realizou no passado sábado foi talvez o maior que alguma vez desfiçou. Há que aproveitar essa motivação conseguida para manter a chama para o próximo ano.
Já agora será possível extrapolar a motivação e empenhamento de tanta gente. Quererá também significar que os Campomaiorenses desejam voltar a realizar as Festa do Povo?
Os Campomaiorenses é uma Comunidade de Pessoas Alegres e divertidas que gostam de festas.
Voltando ao tema: Carnaval, talvez seja de reflectir sobre a organização do Corso e dos percursos que foram estabelecidos para o mesmo.
Ao que se vai ouvindo, os percursos tal como têm sido estabelecidos causam grande cansaço a todos quantos desfilam a pé.
A organização já, certamente, pensou nisto e, provavelmente, já terá pensado em alternativas.
Aqui fica a ideia de uma possível.
O mais importante destes corsos são a satisfação que provoca, em primeiro lugar, aos organizadores e aos figurantes. Mas, com um outro objectivodivertir todos quantos querem assistir.
Ora, é pensando em manter a satisfação e alegria dos organizadores e figurantes e assegurar uma maior assistência, com alguma comodidade e garantir um maior período de tempo de observação que aqui deixamos esta ideia.
O percurso do Corso que permite maior tempo de observação aos assistentes é toda a Avenida Calouste Gulbenkian. Esta Avenida terá um pouco menos de 1 Km, espaço suficientemente comprido paar permitir uma boa organização, o tempo suficiente de desfile sem causar demasiado cansaço e uma boa assistência.
O Corso poderia ter inicício junto ao antigo Hospital e percorrer toda a Avenida Calouste Gulbenkian até ao Jardim, onde terminaria o desfile.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

CARNAVAL

Realizou-se o corso carnavalesco, este ano, com uma participação, talvez, maior que nunca. É bom que os cidadãos se divirtam até porque: tristezas não pagam dívidas.
A mobilização por parte da organização pode constituir-se um sucesso. É sempre motivo de satisfação, para os organizadores, sentirem que os seus objectivos foram atingidos ou até ultrapassados, por maioria de razão quando a comunidade é envolvida. Tendo a organização pensado em promover a alegria dos Campomaiorenses poder-se-á considerar um sucesso a realização do corso.
Estando prevista a repetição para a próxima terça-feira espera-se que o sucesso seja ainda maior. E que os Campomaiorenses continuem a divertir-se.
Um reparo apenas. O percurso do corso ficou repleto de detritos, principalmente, papel. Talvez tivesse merecido a pena a organização ter previsto a limpeza das vias, imediatamente, após o fim do corso. Campo Maior é uma terra com fama de ser, extremamente, asseada. Não deixemos de querer manter esse epítoto que tanto orgulha, principalmente, as Camponesas (Senhoras Campomaiorenses).
Uma ideia.
Corsos há muitos por todo o País. Há muitas e diversas formas de comemorar e viver o Carnaval. A dinâmica conseguida, este ano, poderá ser um estímulo ao enraizamento do mesmo nas vivências do colectivo.
Agora que se fala cada vez mais em inovação e empreendedorismo talvez a organização esteja disponível para inovar e querer afirmar o Carnaval de Campo Maior pela diferença e pelo melhor.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

TRADIÇÕES

Estando em plena época carnavalesca vieram à nossa mémória algumas das brincadeiras de Carnaval entretanto desaparecidas.
Quando a recupareção de algumas tradições constitui a prerservação da cultura de um Povo, deixamos aqui a referência a essa brincadeiras que tanto mobilizavam Campomaiorenses quer participantes e assistentes.
Entre essas brincadeiras ressaltam as realizadas na 5.ª feira dos compadres e a 5.ª feira dos comadres.
Eram brincadeiras que muito divertiam e que talvez um dia possam ser revividas. Quem sabe.
Talvez o(a) responsável pelo Pelouro da Cultura possa tomar a iniciativa de recolher informação e fazer reviver essas brincadeiras que ocorriam em duas quintas-feiras do Carnaval.
Outras formas de celebrar o Carnaval e de divertimento eram os bailes que ocorriam em sedes sociais de algumas associações existentes.
E já após o fim do Carnaval havia um baile muito especial, o chamado Baile da Pinhata.
São as memórias de um Povo que talvez valha a pena registar e reviver.