quarta-feira, 26 de junho de 2013

QUE DESTINO A DAR AO ACTUAL EDIFÍCIO DA ESCOLA DO 2.º CICLO

Agora que Campo Maior vai ter um novo Centro Escolar (sobre o qual já aqui reflectimos) importa reflectir sobre o destino a dar ao edifício construído para ser Colégio na década de 70 do século passado e actualmente conhecido por Escola Preparatória.
Trata-se de um edifício relativamente recente a necessitar de obras de adaptação seja ao que for o seu futuro, assim como renovar todas a suas infraestruturas.
Deixamos aqui uma possibilidade de utilização futura.
O edifício tem características que com um investimento relativamente pequeno pode ser adaptado a unidade de cuidados continuados.
Campo Maior não dispõe de unidade de saúde deste ou de qualquer outro tipo de internamento em saúde. Os doentes Campomaiorenses que necessitem de cuidados de saúde têm que ser internados em unidades de cuidados continuados fora do concelho.
O Estado poderia ceder o edifício para aí ser instalada uma unidade de cuidados continuados da qual beneficiariam,principalmente,os Campomaiorenses.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

CAMPO MAIOR EM NOTÍCIAS PELAS PIORES RAZÕES

Campo Maior está nas notícias de vários órgãos de comunicação social porque um dos seus "filhos" foi condenado, esta tarde, pelo Tribunal de Elvas, por injúrias ao Senhor Presidente da República.
Quando se estava em plena comemoração do Portugal e da sua diáspora.
Campo Maior não necessitava disto.
O Presidente da República, seja ele quem for deve merecer, enquanto tal todo o respeito dos cidadãos.
É o mais alto magistrado da Nação.
Ninguém é obrigado a concordar quer com os seus pensamentos quer com as suas acções.
Mas ninguém tem o direito de insultar o Senhor Presidente da República, assim como ninguém tem o direito de insultar o seu próximo.
Há muitas e diversificadas maneiras de manifestar discordância dentro do respeito e consideração que todos nos merecem.
Campo Maior está agora no topo das notícias pelas piores razões. Porque um dos seus cidadãos resolveu insultar o Senhor Presidente da República.
Lamentamos.
Que a pena agora aplicada sirva de exemplo.

sábado, 6 de abril de 2013

CENTRO ESCOLAR - Deverá continuar a sua construção?

Quem está, minimamente, preocupado com a atual situação do País e se encontra empenhado para as dificuldades que os Portugueses atravessam, procura encontrar formas de poupar, procura encontrar formas de evitar gastos desnecessários, procura encontrar formas de priorizar despesas, enfim procura evitar a imposição de mais e maiores sacrifícios.
Os factos são o que são e valem o que valem.
Estão a decorrer obras para a construção de um Centro Escolar em Campo Maior.
Fazendo fé no placard de anúncio das obras poder-se-à constatar que nesse Centro Escolar funcionarão:
- pré escolar
- 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.
A entrada em funcionamento desse novo Centro Escolar implicará a transferência de todos os alunos das escolas:
- do Bairro Novo
- da Fonte Nova
- de Avenida
- do Bairro da Cooperativa
- do 2.º Ciclo do Ensino Básico (ex-ciclo preparatório),
- da maior parte da chamada Escola Secundária.
A atual Escola Secundária ficará exclusivamente com ensino para os 10.º, 11.º e 12.º anos.
Cinco escolas e a maior parte da Escola Secundária ficarão sem qualquer aproveitamento.
Todas estas escolas foram objecto de intervenções recentes.
A Escola Secundária ainda está a ser objecto de obras que envolvem vários milhões de euros. Dentro de ano e meio ficará, na sua maior parte, desativada.
Perante a realidade do País e a situação do parque escolar em Campo Maior, será de continuar a gastar o dinheiro que Portugal, numa obra que não será nem prioritária nem necessária?
Perante esta realidade, talvez fosse recomendável a paragem imediata das obras do novo Centro Escolar por forma a contribuir para a diminuição da despesa pública e assim tornar possível uma mais rápida ultrapassagem da crise.
De facto tudo indica que a construção do novo Centro Escolar que, neste momento, a construção do novo Centro Escolar é uma absoluta desnecessidade, até porque Portugal não tem recursos financeiros para a sua construção.

domingo, 17 de março de 2013

O NOVO FRANCISCO - O PAPA

O Papa Francisco trás consigo uma nova mensagem de esperança. Na forma porque o conteúdo mantém-se sempre atual.
A renovação da mensagem exige novas práticas, mensagem que o Papa Francisco deixou muito clara.
Não te esqueças dos Pobres. 
Uma Igreja pobre para os pobres.
Sem o afirmar, expressamente, o Papa Francisco recordou que a Igreja tem como missão a opção preferencial pelos pobres.
A riqueza da Igreja é a sua diversidade de pessoas e pensamento. Também esta ideia a expressou com toda a clareza o Papa Francisco, nestes primeiros dias do seu Pontificado.
Os católicos desta terra esperam que esta mensagem do Papa Francisco chegue a Campo Maior. 

domingo, 3 de março de 2013

SEGURANÇA

É raro, muito raro mesmo, o dia que não se acorda em Campo Maior com notícias de mais um ou mais do que um assalto ou a pessoas e/ou a bens patrimoniais.
Quem vá nos domingos à Missa do Convento pode comprovar que só é possível a realização de tal Missa quando há GNR's no largo.
Ainda assim não são tão pouco frequentes os assaltos quanto tal presença possa ser entendida como dissuasora.
Campo Maior e os Campomaiorenses ambicionam viver em paz e sossego.
Alguma coisa tem que ser feito para que todos quantos residem ou visitam Campo Maior possam usufruir de segurança pessoal e patrimonial.


sábado, 2 de março de 2013

POUPAR É PRECISO

Constata quem sai de Campo Maior, pelas Portas da Vila, para Badajoz que o passeio que foi construído até ao cemitério está iluminado durante a noite.
Acontece que ninguém se desloca ao cemitério durante a noite.
Porque estamos a necessitar poupar muito dinheiro ao Estado, seria bom que as luzes que iluminam esse passeio fossem desligados durante a noite por se tratar de uma absoluta desnecessidade.
Desta forma se pouparão alguns milhares de euros.
Muitas pequenas poupanças geram uma grande poupança.
Portugal precisa que todas as poupanças sejam realizadas.

domingo, 2 de dezembro de 2012

COM QUE COERÊNCIA ? COM QUE MORAL ?

Hoje durante o dia decorreram três cerimónias evocativas da vida do Dr. Santos em Campo Maior.
Uma dessas cerimónias decorreu no Museu Aberto onde foi aberta a sala com os objectos utilizados pelo Dr. Santos no seu consultório, durante várias décadas.
Nesta última cerimónia realizada no Museu foi distribuída uma brochura com o seguinte título:
"Dr. Santos  «um João Semana em Campo Maior 1915 - 2009"
Nessa brochura chamou-nos a atenção o seguinte parágrafo:
"Como provedora da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, cumpro-me recordar que o Dr. José Henrique dos santos desempenhou cabalmente o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral desta santa Casa entre 7 de Novembro de 1987 e 5 de Janeiro de 2002. Como se não bastasse aí nos deixou mais um exemplo da sua dedicação voluntária e desinteressada à causa social."
Nesta ocasião é relevante recordar que esta mesma provedora mandou destruir a placa evocativa, para assinalar a passagem do milénio, dos órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, órgãos sociais esses encabeçados pelo Dr. Santos.
Essa placa evocativa, histórica e única estava colocada na frontaria do Lar Santa Beatriz.
Nada mais valerá a pena referir sobre os factos, a não ser que para além das palavras não condizerem com a realidade, Campo Maior ficou mais pobre com a destruição de património, para já irrecuperável sob o ponde vista físico, já que da história o Dr. Santos sempre ficará associado à Misericórdia não só como Presidente da Mesa da Assembleia Geral mas também como médico que durante várias décadas que exerceu clínica no Hospital desta secular Instituição.