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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Bom

As esplanadas que o município está construindo. Largo de Carvajais e Campo da Feira.
Espaços de convívio são sempre de louvar.
Uma sugestão: porque não "roubar" algum espaço ao estacionamento no Terreiro para aí instalar esplanadas dos cafés/bares que aí existem ?
E porque não permitir também no Largo do Barata ?
Provavelmente, corresponder-se-ia aos desejos e permitiria aumentar a oferta.
Tudo o que possa ser feito para aumentar a frequência cidadã no Centro Histórico contribui´ra também para a melhoria da segurança de pessoas e bens.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

DINAMIZAR CENTRO HISTÓRICO

Como já referimos várias vezes aqui o Centro Histórico de Campo Maior sofre de acelerado processo de desertificação humana e desaparecimento de actividades, nomeadamente, comerciais.
Uma das formas possíveis de dinamizar, pelo menos durante o dia, o Centro Histórico é atrair para aí actividades o que teria como consequência natural a atracção de pessoas.
A instalação de pequenas unidades comerciais, artesanais, de serviços ou outras possíveis (restaurantes, bares, p.e.) nas principais ruas do Centro Histórico poderia constituir um pólo de atracção de pessoas, empresas e entidades.
As Ruas Major Talaya e 1.º de Maio poderiam constituir uma primeira fase de atracção para instalação dessas unidades atrás referidas.
Essas mesmas ruas poderiam até vir a constituir, quem sabe, num futuro mais ou menos próximos um centro comercial com capacidade de atração não só dos Campomaiorenses mas de outros cidadãos de localidades vizinhas. Com especial atenção para as potencialidades de que Badajoz está dotada, desde logo, com quse 200 000 potenciais aquisidores de bens e serviços.
Mas para que essas ruas - Major Talaya e 1.º de Maio - se tornem num autêntico centro comercial importa garantir a segurança de pessoas que aí circulem visitando, para aquisição de bens e serviços.
Como a circulação desses visitantes só poderá ser feita a pé importa retirar toda acirculação automóvel das referidas ruas. Assim, a circulação automóvel (excepto a que tem que ser garantida aos moradores com garagens nessas mesmas ruas e só para esse efeito) deveria ser retirada da totalidade das ruas Major Talaya e de Ramires e da 1.º de Maio desde os Cantos de Cima até ao cruzamento com as ruas da Mouraria.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

CENTRO HISTÓRICO

O Centro Histórico de Campo Maior está numa situação de quase desertificação humana. Poucos somos os que nos fixamos nesta zona da nossa Terra. Por várias razões que importava conhecer, analisar e concluir.
Talvez a partir de um inquérito não muito complicado mas com rigor técnico/científico pudesse ser realizada uma amostragem para conhecer as razões do foro pessoal que conduziram a esta situação.
Se nada for feito pode-se prever com algum grau de rigor que o centro Histórico de Campo Maior será mesmo um deserto humano, a médio prazo.
Quem no Centro Histórico são pessoas que na sua esmagadora maioria está já no escalão etário que se designa por 3.ª Idade ou muito próximo disso. Crianças são raras as que aí vivem.
Se tivermos presente que as construções do centro Histórico resultam do saber de experiência feita ao longo de séculos e que tomos temos consciência e experiência que as casas do Centro Histórico permitem usufruir de uma melhor qualidade de vida sempre e quando são dotadas das exigências da modernidade, será fácil concluir que não há razões aparentes para que não se recuperem as casas do Centro Histórico e assim sejam levadas a habitá-las.
Vamos encontrar solução para combater a desertificação do Centro Histórico.
Quem sabe um dia o Centro Histórico não recupera toda a pujança que já teve e onde existia uma verdadeira comunidade local.