A Primeira.
Para assinalar a ausência da Rádio Campo Maior na Festa em Honra de N.ª Senhora da Enxara.
Desde a criação da Rádio Campo Maior que esta marcava presença, com transmissões a partir do Santuário durante os dias da Festa: de 6.ª feira Santa até 2.ª feira de Páscoa.
Este ano, pela primeira vez na história desta Rádio, primou pela ausência de estúdio instalado na Enxara.
A Segunda.
Para assinalar outro facto inédito.
Segundo fonte de informação, geralmente, bem informada, a Câmara Municipal de Campo Maior terá decidido garantir o pagamento do vencimento da Funcionária da Misericórdia, no Centro Comunitário de Ouguela, atribuindo à Misericórdia um subsídio de montante igual ao valor do vencimento dessa mesma Funcionária.
Será também a primeira vez que tal acontece na história recente da Misericórdia.
Ao que também se sabe o Centro Comunitário de Ouguela terá entrado em funcionamento e terá sido garantido o seu regular funcionamento com a concretização de projectos apresentados, à altura, pela Misericórdia a várias entidades.
Não será possível já a apresentação de projectos junto de entidades que garantam o seu financiamento e assim seja viável manter em pleno funcionamento o Centro Comunitário de Ouguela?
Os susbsídios dados são uma forma de perca progressiva da autonomia da Instituição.
Quando mais autónoma for a Misericórdia mais e melhores serviços poderá prestar aos Campomaiorenses.
Já agora que estamos falando sobre o Centro Comunitário de Ouguela e da intervenção da Câmara Municipal de Campo Maior, também valerá a pena uma referência a uma fossa construída junto ao Centro Comunitário de Ouguela que é uma fonte de agressão ao ambiente e até de possíveis doenças, mandada construir pela actual Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Misericórdia o que torna ainda mais absurda a situação.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SAÚDE
Um dos índices de qualidade de vida é o acesso aos cuidados de saúde.
Um dos factores de fixação e/ou atracção de população é a existência de cuidados de saúde.
O acesso aos cuidados de saúde revela-se, assim, essencial à garantia de qualidade de vidad dos cidadãos nos locais das suas residências.
Acontece que Campo Maior tem vindo a perder cuidados de saúde. Cada vez é mais reduzido o período de funcionamento do centro de saúde local.
Nas extensões de Degolados e Ouguela na melhor das hipótese há consultas uma vez por semana.
Compreendemos a filosofia subjacente ao actual estado de coisas. Promover hábitos saudáveis de vida e fazer medicina preventiva.
Mas esta não é a realidade.
O que se passa é que os cidadãos procuram o médico quando estão doentes e não quando estão de boa saúde.
O que a generalidade dos cidadãos deseja é a medicina curativa.
Salvo melhor opinião os serviços públicos existem para satisfazer as necessidades das populações oelo que há que promover a existência dos serviços de saúde de que os cidadãos carecem.
Talvez tenha que ser feita uma reflexão nacional, regional e local de forma a encontrar a melhor solução. Esta terá que passar, necessariamente, pela satisfação das pessoas.
Ao Estado (SNS) compete encontrar as melhores e amis adequadas soluções técnicas.
Se nada for feito continuaremos a assistir á desertificação das regiões interiores do País.
Para atestar que são necessários mais e melhores serviços públicos de saúde está a procura crescente dos consultórios privados.
Aqui fica uma questão: porque não fazer-se uma parceria público/privado para a prestação de cuidados de saúde nas zonas interiores?
Ou então porque não se aproveitam as potencialidades das Misericórdias (com 500 anos de experiência na prtestação de cuidados de saúde) e se estabelecem parcerias público/social paar que sejam garntidos serviços de saúde aos cidadãos deles carenciados?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
DEMOGRAFIA
Se nada se alterar o número de pessoas idosas no concelho de Campo Maior será em 2050 cerca de 3 200, acima dos 65 anos de idade.
Actualmente esse número é pouco superior a 1 700.
Esta evolução natural requer a necessária e adequada atenção por parte das entidades locais e sobretudo das Organizações locais vocacionadas para apoiar, assistir e acolher aqueles que necessitam de serviços adaptados às suas necessidades.
Nos próximos 40 anos vamos assistir, praticamente, à duplicação do número de pessoas com 65 ou mais anos.
Acresce que o número de pessoas que mais vai crescer será, segundo as previsões, o dos escalões etários superiores aos 75 anos.
Vamos assim ter cada vez mais cidadãs(õs) mais idosos.
Em consequência desta realidade será a do acréscimo, muito significativo, das dependências e consequente pressão sobre os serviços de saúde e de acção social.
Prevê-se que num futuro mais ou menos próximo as autarquias assumam competências nas áreas da saúde e da acção social, entre outras.
Perante esta perspectiva evolutiva impõe-se que as autarquias, as organizações e os cidadãos em geral reflitam sobre a mesma e procurem soluções prospectivas de forma a garantir o apoio, assitência e acolhimento de que muitos de nós vamos necessitar mais cedo ou mais tarde.
sábado, 14 de novembro de 2009
ENXARA
O Santuário de N.ª Sr.ª da Enxara a quem os Campomaiorenses dedicam especial devoção, todos os anos pela Páscoa, poderá constituir o pólo de dinamização de turismo religioso.
O Rio Xévora é um dos rios menos poluídos, o que pode constituir uma vantagem comparativa enquanto pólo de turismo ambiental. As bacias hidrográficas dos rios Xévora e Abrilongo integradas na bacia do Guadina podem beneficiar de projectos em execução e futuros que venham a contemplar as potencialidades da Barragem de Alqueva.
A Barragem do Abrilongo foi a conclusão da 1.ª fase do projecto de rega que por razões que se desconhecem não é terminado. A Conclusão deste projecto de rega pode gerar a criação de riqueza e contribuir para a modernização das explorações agrícolas sediadas a juzante.
Para tudo isto o Santuário de N.ª Sr.ª da Enxara pode cconstituir-se como pólo a partir do qual se dinamizem actividades geradoras de criação de riqueza enquadráveis num programa de desenvolvimento sustentável e, consequentemente, promotor de atração de pessoas.
Assim se poderá criar riqueza, desenvovler a zona e contrariar o processo de desertificação humana.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
OUGUELA
Esta localidade do nosso concelho é Portuguesa desde 1297 pelo Tratado de Alcanizes, tal como Campo Maior.
Não vem ao caso, hoje e aqui, a história e a importância de Ouguela.
Queremos reflectir sobre o futuro e sobre as potencialidades que Ouguela tem. Talvez valha a pena uma reflexão sobre o futuro para Ouguela. Uma reflexão feita com os Ouguelenses, com as entidades locais, regionais e nacionais responsáveis pelo desenvolvimento sustentável pode ser o primeiro passo para que Ouguela não desapareça enquanto Comunidade Viva.
Ouguela tem um passado histórico relevante. Tem potencialidades turísticas enormes. Qualidades ambientais inegualáveis. Recursos naturais ímpares.
É possível encontrar uma solução viável e sustentável para que Ouguela enquanto comunidade viva continue a existir.
Estamos a falar de uma aldeia histórica. E como tal poderá e deverá vir a ser incluída em projectos de âmbito nacional e até Europeu.
Ouguela ainda tem um polo dinamizador constituído pelo Centro Comunitário suportado pela Santa Casa da Misericórdia que pode constituir de aglutinador de forças e vontades que garantam a dinamização de uma Comunidade Viva e com vida.
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