Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS PESADOS

É imenso o tráfego de viaturas pesadas em todas os acessos a Campo Maior o que agrava o risco de circulação em todas essas vias.
O traçado das vias de acesso e de saíde de Campo Maior não está de acordo com a utilização imensa que viaturas pesadas fazem, diariamente, dessas mesmas vias.
São frequentes os acidentes em que estão envolvidas viaturas pesadas, a maior parte deles, certamente devido à desadequação do traçado.
É fundamental que as autoridades de zelam pela segurança rodoviária observem a situação e tomem as medidas adequadas de forma a garantir a máxima segurança aos utilizadores das vias de acesso a Campo Maior.
É necessário também garantir o descanso e segurança dos moradores das chamadas Portas de Santa Maria. Os moradores desta via correm riscos acrescidos e têm que suportar todos os icómodos da circulação dessas viaturas pesadas durante as 24 horas do dia. Alguma coisa vai ter que ser feita para garantir segurança e descanso às pessoas que aí vivem.

Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

SEGURANÇA DE PESSOAS E BENS

Têm sido frequentes os ecos que chegam até nós de assaltos a pessoas e bens em Campo Maior.
Como não fumo sem fogo, será verdade, até porque alguns até são presenciáveis.
Há já cidadãos receosos de passar em algumas artérias desta Leal e Valorosa Vila. Há algumas artérias onde é quase certo ser-se assaltado a qualquer hora do dia ou da noite.
Alguma coisa tem que ser feita para garantir a segurança de pessoas e bens. Os cidadãos Campomaiorenses não podem viver atormentados pela possibilidade permanente de serem assaltados ou verem desaparecer ou destruir os seus bens.
As forças de segurança têm que garantir a segurança a pessoas e bens.
E não bastará dizer que há localidades piores que Campo Maior.
Já não são só os Campomaiorenses que são vítimas frequentes de assaltos. Também quem nos visita, com frequência sofre essas mesmas consequências.
è mau, péssimo mesmo, para Campo Maior e para os Campomaiorenses a ausência de uma garantia de segurança expectável por parte dos cidadãos.
Os Campomaiorenses e quem visita Campo Maior tem o direito a usufruir de segurança.

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

DUAS NOTAS

A primeira negativa.
É cada vez mais ferquente aos peões desta terra defrontarem-se com excrementos de cães cujos donos levam para os passeios para os animais aí fazerem as suas necessidades.
Isto revela falta de cuidado, por parte dos donos dos cães(cadelas) pois que os passeios públicos jamais deverão ser utilizados como locais para os animais defecarem.
Revela alguma falta de civismo e respeito pela generalidade dos Cidadãos que não têm que andarem com os olhos nos chão de forma a evitarem pisar os dejectos mal cheirosos.
Deixamos aqui um apelo aos donos de cães e cadelas que não levem os seus animais a defecarem nos locias públicos.
Os donos dos animais deverão assumir a  sua higiene assim como os seus hábitos.
Tudo isto é tão só uma questão de educação cívica.

Uma segunda nota positiva.
Gostamos da iniciativa do Município na reparação dos passeios do Jardim Municipal.
Estranhava-se que passados tantos anos e de tanto dinheiro gasto ainda não se tivessem reparado todo o passeio circundante do Jardim Municipal.
O seu estado de degradação era notado e para neles se poder circular era necessário algum jogo de equilibrismo.
Fica a nota de registo positivo pela iniciativa da Câmara Municipal.

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA - Herdade da Grulha

Conta quem sabe que a Herdade da Grulha, foi há muitos anos doada à Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior.
Que o Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral o qual é por coincidência irmão da Provedora se propõe agora comprar essa Herdade.
A concretizar-se a compra de acordo com a proposta apresentada será feita por um valor de cerca de 1/5 da melhor proposta que há uns anos foi apresentada à Santa Casa da Misericórdia, conforme constará nos arquivos. E menos de metade de uma outra proposta de compra apresentada já este ano de 2011.
De acordo com as mesmas fontes foram há pouco tempo apresentadas 2 propostas, a do referido Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral, irmão da Provedora e a de um outro senhor de Degolados.
Segundo as mesmas fontes, os dirigentes da Santa Casa da Misericórdia não poderão contratar nada com a Instituição a não ser que daí advenham nítidas vantagens para a Santa Casa, o que parece não ser o caso.
Para quem tem acompanhado o referido processo de venda da Herdade da Grulha seria de todo aconselhável que a venda da referida Herdade, a realizar-se só em caso de absoluta necessidade, deveria sê-lo através de uma imobiliária especializada em venda de património rústico.
Acrescentam essas mesmas fontes que a intenção de venda da Herdade da Grulha deveria ser alvo de uma ampla divulgação, pois só assim seria possível que a receita arrecadada com a respectiva venda poderia atingir valores de mercado, os quais se situarão muitíssimo acima do valor proposto pelo Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral e irmão da Provedora. O que foi possível apurar nada disto foi feito.
A concretizar-se a venda da Herdade da Grulha ao Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral e por cincidência irmão da Provedora, o negócio será altamente lesivo do interesse senão mesmo ruinoso para a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior.

Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO

Mais uma instituição âncora da nossa identidade enquanto concelho se perdeu. As caixas de crédito agrícola mútuo de Campo Maior e Elvas foram fundidas resultando uma única com a designação de Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Elvas e Campo Maior.
Tratando-se de uma instituição bancária detida pelos associados Campomaiorenses talvez se justificasse haver um maior debate sobre esta fusão. Talvez assim se pudessem ter salvaguardado os superiores interesses do nosso concelho, da sua agricultura e dos seus agricultores, assim como garantir os direitos adquiridos pelos seus trabalhadores.
Tal como a fusão foi concretizada mais parece ter sido uma integração da Caixa de Campo Maior na Caixa de Elvas. O peso decisório com que os Campomaiorenses ficaram na Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Elvas e Campo Maior foi, praticamente, nulo. Nem a proporcionalidade terá sido garantida quanto mais o poder de veto.
Se ainda houver alguma possibilidade talvez fosse bom proceder a um reajustamento quer na composição dos órgãos gerentes assim como na capacidade de veto que os Campomaiorenses deveriam ter em determinadas condições e circunstâncias.
Se este reajustamento não vier a ser feito, a médio prazo, os Campomaiorenses correm o risco de desaparecimento desta nova Caixa.

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

COLÉGIO DE S. JOÃO

Há 49 anos, neste mesmo dia, nascia em Campo Maior o Colégio de S.João. A abertura deste estabelecimento de ensino permitiu a mais de uma centenas de jovens continuar os seus estudos. Muitos destes jovens só conseguiram níveis de escolaridade que lhes permitiram a carreiras de sucesso porque aí obtiveram as necessárias habilitações académicas.
A criação do Colégio de S. João em Campo Maior, sob a responsabilidade da Diocese de Évora constituiu um marco histórico com reflexo bem positivo na vida de muitos jovens Campomaioreneses que foram mulheres e homens de sucesso,exactamente, por aí lhes foi proporcionado o acesso ao ensino que de oura forma dfificilmente teriam.
Celebram-se, pois, no próximo ano 50 anos da criação do Colégio de S. João. Campo Maior e os Campomaiorenses deverão assinalar esta data histórica. Felizmente a maioria dos alunos fundadores ainda está viva e recomenda-se. Porque não associar ex-alunos do Colégio de S. João, a Diocese de Évora, o ex-Director, os Professores de então ainda vivos, o Município e os estabelecimentos de ensino de Campo Maior enquanto sucessores.
%0 anos é uma data que poderá merecer ser marcada na vida da comunidade Campomaiorense.

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011

FESTAS DO POVO

Passada que está mais de uma semana sobre o final das festas do Povo 2011 ainda há bastantes materiais por recolher espalhados um pouco por toda a Vila.
Talvez fossse possível ter procedido à sua recolha de uma forma mais célere.
Mas o que verdadeiramente surpreende é o facto de ainda estarem tantas e tantas barracas espalçhadas à volta da avenida.
Passados que estão mais de oito dias depois do fim das Festas a avenida já deveria estar completamente desobstruída.